Em obras de alto investimento da rede com 140+ lojas, o Mitra entregou o que a solução anterior não conseguiu: real x orçado, orçamento e gestão de projetos no mesmo lugar, com controle que desce até a nota fiscal.
Conseguimos reunir, em um mesmo lugar, tanto o modo orçamentário quanto o modo real x orçado. Já estamos no terceiro ano.
Por anos, a gestão financeira da Saga rodou em planilhas. Um modelo orçamentário em Excel, ajustado ano após ano, dependente do conhecimento de quem operava.
Cinco, seis anos atrás, a rede migrou para uma solução de mercado. Em algumas frentes, atendeu. No desafio que importava, a migração do real x orçado da rede, ela travou.
A limitação não era de processo, era da ferramenta. Faltava o que toda equipe experiente de planejamento sabe que vai precisar: customização e adaptação ao modelo real do negócio.
A ferramenta tinha uma limitação muito grande em termos de customizações e adaptações. Realmente, não conseguimos avançar.
A Saga conheceu o Mitra já cética. Outras ferramentas tinham passado pela mesa, nenhuma deu conta da realidade de uma rede com mais de 140 lojas.
O que mudou foi a flexibilidade. O Mitra opera como uma planilha, com todas as condições de simular cenários, recortes e situações específicas, dentro de uma plataforma governada, integrada e em escala corporativa.
O primeiro teste real veio exatamente onde a solução anterior tinha falhado: a migração do controle de real x orçado da rede. Funcionou. Pela primeira vez, a Saga unificou a leitura financeira de 140+ lojas em um único modelo, com governança e visibilidade ponta a ponta.
Ficamos surpreendidos com o Mitra. É quase como um Excel, com todas as condições de fazer uma série de simulações, uma série de situações. Testamos primeiramente no sistema de controle real x orçado, e ele realmente conseguiu nos atender.
Feita a migração do real x orçado, a Saga avançou pro módulo de orçamento dentro do Mitra. Hoje, está no terceiro ano de operação, com melhorias relevantes incorporadas no ciclo anterior. Orçamento e real x orçado passaram a conviver no mesmo lugar, e o time deixou de gastar tempo reconciliando planilhas pra voltar a investir em análise.
O passo seguinte foi trazer a gestão de projetos pra dentro do Mitra, acompanhando todo o investimento de capital da rede no mesmo fluxo. O modelo desce do nível mais alto da conta principal até a nota fiscal de cada gasto. Cada item de CAPEX fica visível, rastreável e comparável ao orçamento original.
Pra um diretor que decide sobre obras de alto volume, ver a operação do alto e descer até o detalhe quando precisa não é luxo, é o critério mínimo de governança.
Com o Mitra, você começa na conta principal e vai detalhando até chegar à nota fiscal. Você tem mais tranquilidade pra fazer análise, e também a granularidade que a gente precisa.
Com real x orçado, orçamento e gestão de projetos no mesmo modelo, e com o controle descendo até a nota, surge o ganho mais difícil de medir nas planilhas: a economia direta em CAPEX.
A estimativa vem do próprio diretor da Saga. Em uma operação que constrói e reforma concessionárias em todo o Centro-Oeste, esse intervalo se traduz em valores absolutos altos a cada ciclo de investimento.
Não é ganho de produtividade administrativa. É CAPEX que deixa de ser gasto, em um contexto onde cada obra carrega volume de investimento muito grande.
5 a 10% em economia de CAPEX é um valor muito grande, considerando que essas obras são obras que têm o volume de investimento muito grande.
Em obras de alto volume de investimento da rede.
Toda a rede da Saga em uma única plataforma de planejamento.
Ciclo amadurecido, com melhorias incorporadas no ano anterior.
Da conta principal até a nota fiscal de cada gasto.
Mostramos como o Mitra unifica real x orçado, orçamento e gestão de projetos em um só lugar, com controle descendo até a nota fiscal das obras.