Uma rede que rodava em planilhas, trabalho braçal e informação espalhada por vários sistemas destrinchou a DRE por completo, tirou os fechamentos de dias para minutos e transformou uma única necessidade em 15 projetos, tudo em 3 meses com o Mitra.
O que a gente não fez em 16 anos de Grupo Bali, a gente fez em três meses com o Mitra implantado aqui.
Por dezesseis anos, o Grupo Bali cresceu como cresce boa parte das redes de concessionárias: no esforço das pessoas. Muita planilha, muito processo manual, muita gente buscando o mesmo número em sistemas diferentes para fechar uma conta.
Era um modelo que funcionava, mas cobrava caro. Cada informação exigia trabalho braçal para ser reunida, cada análise passava por uma etapa burocrática antes de virar decisão. O dado existia, só não estava em um lugar só, no formato certo, na hora certa.
Faltava o óbvio que rede nenhuma resolve na base da planilha: enxugar tudo em um único sistema, com a controladoria enxergando a operação inteira sem depender de quem monta o Excel.
Era tudo muito manual, muita planilha, a gente buscando informação em outros sistemas. Muito trabalho braçal, tudo burocrático.
A necessidade inicial era uma só: elaborar a DRE. A controladoria queria enxergar o resultado da empresa com clareza, sem depender de conciliação manual entre planilhas e sistemas.
Com o Mitra, a DRE foi destrinchada por completo. Da visão geral do resultado até a nota fiscal de cada lançamento, ficou possível saber exatamente onde a empresa está gastando e onde cada valor foi parar.
Foi aí que a conversa mudou. A partir da DRE pronta, a BALI viu um outro mundo, e uma única necessidade abriu caminho para outras quatorze: sistema de resultado, sistema de despesas, controle de pátio, BI de vendas, BI de financeiro, BI de pós-vendas e sistema de compras.
A gente começou querendo elaborar a DRE. Quando ela ficou pronta, viu um outro mundo, e aí surgiram todos os outros projetos.
Com os processos dentro do Mitra, o relógio da operação mudou de escala. O comissionamento de folha dos vendedores, que levava de dois a três dias, passou a sair em trinta minutos. O fechamento do resultado da empresa, que consumia um dia e meio, hoje leva uma hora.
Não é ganho pontual em uma rotina, é a rede inteira operando mais rápido. Tempo que antes ia embora em trabalho braçal voltou para a análise e para a decisão.
E a conta da velocidade fica clara quando se pensa no caminho alternativo. Fazer esses quinze projetos com uma equipe própria exigiria contratar dez desenvolvedores e ainda levaria cerca de um ano. A BALI entregou tudo em três meses com o Mitra.
Se fôssemos fazer esses 15 projetos contratando uma equipe, teríamos que trazer 10 desenvolvedores e ainda levaria um ano. A gente fez em três meses.
Com a DRE destrinchada até a nota, a BALI passou a enxergar custo no detalhe. Ao encontrar pontos configurados de forma errada e ajustá-los com o dado na mão, a rede reduziu e segue reduzindo muito custo, com impacto financeiro direto no resultado.
Mais do que os números, mudou a relação da equipe com o próprio sistema. Hoje, qualquer pedido que venha da diretoria, do financeiro ou do comercial vira entrega em cerca de quinze minutos, sem fila de desenvolvimento, sem depender de terceiros.
É a diferença entre automatizar planilha e construir plataforma. O Mitra não ficou limitado a substituir o Excel: virou a base sobre a qual a BALI monta sistemas de controladoria e auditoria tão complexos quanto o negócio precisar.
Hoje, com tranquilidade, a gente faz o que quiser dentro do Mitra. Qualquer coisa que a diretoria, o financeiro ou o comercial pedir, a gente entrega em 15 minutos.
De uma única necessidade, a DRE, a quinze sistemas, tudo em 3 meses.
O que antes levava de 2 a 3 dias de trabalho manual.
O que antes consumia um dia e meio.
Realizado em apenas 3 meses com o Mitra.
Mostramos como o Mitra destrincha a DRE até a nota fiscal, tira os fechamentos de dias para minutos e transforma cada necessidade da controladoria em sistema pronto, sem contratar uma equipe de desenvolvedores.