A controladoria parou de montar planilhas e voltou a fazer análise. O Mitra lê o ERP direto e devolve número confiável pra diretoria.
Quem abre o case é o Heitor, da AS Indústria, e ele resume o negócio em poucas linhas: o grupo produz salgados congelados, sob as marcas D'Gosto e AS Food Service, para abastecer as redes de supermercados. É essa operação industrial, de duas marcas, que pede uma controladoria à altura. A controladoria, por sua vez, nasceu junto com a Carmen Costa, há dois anos e meio, contratada para implantar o departamento do zero e sustentar a leitura financeira do grupo. O ERP já tinha sido implantado, mas a leitura dos números ainda era manual. Várias pessoas tocavam o mesmo relatório, a devolutiva para a diretoria demorava e a maior dor era simples e dura ao mesmo tempo: ter certeza do número.
Quando o Mitra entrou, a controladoria deixou de produzir relatórios e voltou a fazer análise. O Mitra conversa direto com o ERP, traz a informação de forma automática e devolve, na hora, um dado em que a diretoria confia para investir. "A palavra que resume o Mitra para mim é eficiência", resume Carmen. Do lado do negócio, com o Heitor à frente do grupo, as reuniões ficaram mais curtas, mais objetivas e baseadas em número real, o suficiente para a diretoria bater martelo no orçado e realizado de 2026.
A devolutiva do Mitra foi surreal. A confiabilidade dos números, a confiabilidade da gente tomar o próximo passo.
Antes da controladoria, o Heitor já tinha o Grupo AS no ar: produção de salgados congelados, sob as marcas D'Gosto e AS Food Service, abastecendo redes de supermercados. Foi para sustentar essa operação que a Carmen Costa foi contratada, há dois anos e meio, para construir o departamento do zero. O caminho até a leitura confiável passou por planilhas, ERP e Mitra, em cinco passos que viraram a régua da gestão.
O Heitor, da AS Indústria, lidera o grupo que produz salgados congelados para redes de supermercados, sob as marcas D'Gosto e AS Food Service. É para sustentar essa operação industrial que a Carmen Costa é contratada, há dois anos e meio, para implantar o departamento de controladoria do zero.
A operação roda em planilhas. Várias mãos montam o mesmo relatório. A devolutiva para a diretoria leva tempo e a confiança no número fica frágil.
O ERP é implantado durante esse período. A informação passa a viver no sistema, mas a equipe ainda não consegue analisar. Falta a camada que transforma dado bruto em decisão.
Carmen vê o Mitra funcionando em uma live e, segundo ela mesma, sai "desacreditada". Decide implantar mesmo assim, porque a promessa de leitura direta do ERP resolve exatamente a dor da controladoria.
O Mitra conversa diretamente com o ERP e devolve os números de forma automática. A diretoria passa a tomar decisão de investimento com dado real, a equipe administrativa diminui e a controladoria ganha tempo para análise.
A tese é simples: dado confiável na palma da mão da diretoria não nasce de mais planilha — nasce de leitura direta do ERP, na hora em que a decisão precisa ser tomada.
A palavra que resume o Mitra para mim é eficiência.
O Mitra leu o ERP do Grupo AS, devolveu o número confiável e cortou o caminho entre operação e decisão. Quando a diretoria precisou bater martelo no orçado e realizado para 2026, o que rodava em planilhas e várias mãos virou um dado só, auditável, entregue na hora.
"Hoje eu tenho uma ferramenta que me dá credibilidade, confiabilidade e o resultado na palma da mão na diretoria." (Carmen Costa)
A controladoria deixa de produzir relatório e volta a fazer análise. A equipe administrativa diminui, e o tempo libera para a decisão que importa.
Mostramos como o Mitra conversa direto com o seu ERP, devolve o número confiável e cuida do caminho entre operação e decisão.