Breno Goldfeld trouxe a exigência de dado rápido e auditável de Bloomberg e McLaren Racing para a gestão de uma rede com mais de 60 anos de tradição em Goiás.
O Mitra substituiu uma planilha de DRE pesada e cheia de risco por um modelo conectado direto ao banco de dados, com drill-down até a nota fiscal.
Traz uma tranquilidade o fato da gente saber que ali no Mitra está diretamente ligado ao banco de dados. Não são dados imputados por ser humano numa planilha.
Breno Goldfeld passou pela Bloomberg, no mercado financeiro, e pela McLaren Racing, na Fórmula 1. Em comum, dois ambientes em que dado lento ou impreciso simplesmente não é tolerado.
No terminal Bloomberg, qualquer informação do mercado está a um atalho de teclado.
Na McLaren, processo rigoroso é o que separa o pódio do quinto lugar.
Quando seu antepassado Ignacy Goldfeld fundou a EMEV em Anápolis.
Lidera a quarta geração de uma família que vende carros em Goiás desde 1958.
A tese é simples: a régua de gestão que vale para uma corretora global ou uma equipe de F1 também vale para uma rede de concessionárias. E o Mitra é a ferramenta que torna isso operável.
O Mitra é como pegar o pacote Office inteiro, jogar no liquidificador, adicionar inteligência artificial e uma interface fácil de usar.
O time decide com a certeza de que cada linha do DRE reflete o que está no sistema, não o que alguém digitou.
Quando aparece um número que pede explicação, a resposta vem dentro da própria plataforma. Não precisa abrir o razão contábil em outro lugar.
Áreas que a princípio não tinham interesse passaram a pedir acesso depois de ver o que a controladoria construiu. O movimento veio de dentro.
Mostramos como o Mitra conecta o seu DRE direto ao banco de dados, com drill-down até a nota fiscal e governança que se mantém em rede.